Prémio AICA / Parque Expo de Crítica de Arte

Em 2009, a Secção Portuguesa da AICA cria um prémio de Crítica de Arte em parceria com a Parque Expo – o Prémio AICA/Parque EXPO – que visa destacar a produção crítica e teórica no campo das artes visuais, com valor pecuniário semelhante ao do Prémio AICA/MC.

Primeira edição, em 2010, premiou:

Sandro Araújo e Pedro Mesquita, respectivamente, o autor e o realizador do Documentário, Paredes Meias (Produção Muzzak/Cinemactiv, em co-produção com RTP, 2009).

Decidiu ainda o Júri, também por unanimidade, atribuir duas menções honrosas, pela relevância do trabalho produzido no ano transacto: uma, ao crítico de Artes Visuais, Paulo Pires do Vale e a outra, ao crítico de Arquitectura, Nuno Grande.

Segunda edição, em 2011, premiou:

José Gil (n. 1939), pelo seu ensaio, A Arte Como Linguagem. A Última Lição (Lisboa: Relógio d’Água, 2010).

Decidiu ainda o Júri, também por unanimidade, atribuir uma menção honrosa, ao crítico de Artes Visuais Delfim Sardo, pelo seu trabalho curatorial à frente da Trienal de Arquitectura de Lisboa 2010, bem como pelo ensaio “Estranhar” publicado no Catálogo da Exposição de João Queiroz, “Silvae” (Lisboa: Culturgest, Out. 2010).